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Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: onde apascentas o teu rebanho, onde o recolhes pelo meio-dia, pois por que razão seria eu como a que erra ao pé dos rebanhos de teus companheiros?

Cantares 1 : 7

¶ Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.

Cantares 2 : 15

Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó amiga minha.

Cantares 1 : 9

A figueira já deu os seus figuinhos, e as vides em flor exalam o seu aroma. Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.

Cantares 2 : 13

O meu amado fala e me diz:¶ Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.

Cantares 2 : 10

¶ Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que, se achardes o meu amado, lhe digais que estou enferma de amor.

Cantares 5 : 8

¶ Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.

Cantares 2 : 7

¶ Eis que és formosa, ó amiga minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas.

Cantares 1 : 15

Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.

Cantares 3 : 5

Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; ali te darei o meu grande amor.

Cantares 7 : 12